22 fevereiro, 2006
19 fevereiro, 2006
O IMPACTO DA DOENÇA CRÔNICA NA FAMÍLIA
Alcione Aparecida Messa
O homem é um ser dinâmico, instituído por uma esfera biológica que lhe garante o funcionamento vital; funções e estruturas psíquicas e constante interação com o meio social através de relações. Sendo assim a condição de saúde não compreende apenas ausência de doença e sim bem-estar biopsicossocial do ser humano.
A doença significa a perda da homeostase, levando o indivíduo a buscar um novo equilíbrio. O adoecimento gera crises e momentos de desestruturação para o paciente e também sua família pois é o primeiro grupo de relações em que o indivíduo está inserido. Na maioria das vezes são os familiares as pessoas mais próximas das vivências do paciente.
(segue)
18 fevereiro, 2006



DOENÇA GRAVE – PARKINSON
HISTÓRICO – adolescência – meia idade
DIAGNÓSTICO
SENTIMENTOS: injustiça, vergonha, culpa, entorno
REAÇÕES: de recusa, melancolia, positiva, paranóica, fuga, crença na magia e
no milagre, hipocondríaco, guerra ao pk, sherpa, evitamento fóbico,
muito razoável etc
Elisabeth Kurley – psiquiatra - fases NEGAÇÃO
DEPRESSÃO
BARGANHA
ACEITAÇÃO – colaboração
Importante: viver com a doença e não CONTRA A DOENÇA
Trabalhar o conflito entre QUERER FAZER E PODER FAZER
NÃO PERDER O FOCO – melhoria da qualidade de vida
Para isto existem especialistas qualificados
14 fevereiro, 2006
11 fevereiro, 2006
06/02/2006 - 23:27:11
São graves as seguintes doenças: AIDS, alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Paget em estados avançados (osteíte deformante), doença de Parkinson, esclerose múltipla, espondiloartrose anquilosante, fibrose cística (mucoviscidose), hanseníase, nefropatia grave, hepatopatia grave, neoplasia maligna (câncer), paralisia irreversível e incapacitante e tuberculose ativa.
Globo Online
10 fevereiro, 2006

Como o cérebro responde aos estímulos do mundo externo? Esta é a pergunta que pesquisadores do Instituto do Cérebro, um dos setores do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP), pretendem responder com a criação de um banco de dados de neuroimagem.
O estudo teve início em outubro de 2004 e, durante um ano, realizou exame de ressonância magnética funcional em 37 voluntários normais, acompanhantes de pacientes do Hospital Israelita Albert Einstein.
Cada voluntário passou por um teste de cerca de uma hora. Por meio de um software especial (chamado ‘Eloquence’), acoplado ao equipamento de ressonância magnética – tecnologia inovadora e aplicada pioneiramente no Brasil (conhecida como ressonância funcional em tempo real), foram captadas imagens do cérebro no momento em que a pessoa realizava atividades de linguagem, visão, sensibilidade e movimentação das mãos.
Em um dos testes, por exemplo, era apresentada uma letra ao voluntário e ele precisava formar palavras que começassem com ela. As imagens – cerca de 4800 por pessoa – mostram a região cérebro envolvida em formular a resposta. Assim, é possível avaliar qual a distribuição de áreas cerebrais relacionadas às funções motora, sensitiva, de linguagem e de visão.
Apoio às cirurgias
“É necessário conhecer quais as características dessas áreas cerebrais em nossa população, para que padrões diferentes da normalidade possam ser identificados nos pacientes. Essa informação contribuirá para futuras aplicações da ressonância magnética funcional em casos nos quais sejam necessárias informações para planejamento de neurocirurgias, radiocirurgias ou, eventualmente, em investigações sobre o funcionamento cerebral em pacientes”, explica o médico Edson Amaro, radiologista e coordenador da pesquisa, que envolve uma equipe de profissionais de várias disciplinas (físico, radiologista, biomédico, psicólogo, cientista da computação).
Além disso, toda a tecnologia de informática para armazenamento de dados foi criada, pela equipe do Instituto do Cérebro para a pesquisa, e está sendo bem avaliada por instituições internacionais, como a Universidade de Tel Aviv, em Israel, e o King’s College, em Londres, na Inglaterra. Ambas as instituições se interessaram em conhecer e utilizar a solução brasileira.
O grupo de neuroimagem do IIEP também realizou – em parceria com a UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) – estudos de imagens moleculares. Foi realizado o primeiro estudo no país com marcador de transportadores de dopamina – TRODAT – SPECT. Esta técnica poderá ser utilizada como ferramenta para auxiliar na pesquisa de diagnósticos, como o do Mal de Parkinson. Nesse caso, é injetada uma substância radioativa no paciente, que marca os neurotransmissores de dopamina. Assim, é possível verificar se a pessoa está produzindo a substância, que tem índices menores em casos de Mal de Parkinson.
Próximos passos
Para a realização de estudos de neuroimagem foi criado um programa de rede de pesquisa que abrangeu todo o estado de São Paulo, realizada pela principal agência de pesquisa, a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Nesse programa, o IIEP foi selecionado como um centro principal da rede, juntamente com três universidades (USP, UNIFESP e UNICAMP). É a primeira vez que uma instituição privada faz parte de um grupo de pesquisa sobre o cérebro: o Projeto CInAPCe (Centro Integrado para Apoio à Pesquisa do Cérebro). O investimento da FAPESP é de cerca de US$ 140 mil e a contrapartida do IIEP é colocar à disposição seu equipamento de ressonância magnética de 3Teslas.
Para 2006, devem ser iniciados exames de ressonância funcional em pacientes com tumores cerebrais. O objetivo é verificar o conjunto de áreas de linguagem que o cérebro destes pacientes utiliza, e compará-lo com os resultados dos voluntários normais. A idéia é, em aproximadamente cinco anos, lançar mão da ressonância funcional para avaliação do paciente antes da cirurgia, e cujos resultados possam ser concretamente utilizados na rotina de tratamento oferecida a cada paciente.
Utilizando imagens de TRODAT-SPECT espera-se detectar modificações no transporte de dopamina, que possam ser utilizadas em outras doenças – tais como esquizofrenia e distúrbio obsessivo-compulsivo – e avançar nas subdivisões das síndromes parkinsonianas, correlacionando as imagens à genética.
Instituto do Cérebro
O Instituto do Cérebro (IC) foi criado em 2003 pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein (SBIBHAE), como iniciativa conjunta do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa e do Hospital Israelita Albert Einstein. Em menos de três anos, o IC consolidou as principais plataformas de pesquisa, necessárias ao desenvolvimento das neurociências, contribuindo significativamente para o estabelecimento da infra-estrutura e de recursos humanos essenciais a uma atividade assistencial de ponta em neurologia.
O IC conta com grupos de pesquisa em neuroimagem, neuroncologia, neurologia experimental, neurologia clínica e neurofisiologia.
09 fevereiro, 2006
REUNIÃO – CLUBE PARKINSON CAMPINAS - DATA: 18/02/2006
Início às 14.00 horas!
Rua Regente Feijó nº 95
BLOG: http://parkinsoncampinas.blogspot.com
- INTRODUÇÃO:AVISOS
- CALENDÁRIO 2006:
MÊS | DATA |
JANEIRO | 21- Apresentação de video sobre a Doença de Parkinson - comentários de Dra. Grace - PUCC |
FEVEREIRO |
18 -Diagnóstico da D.deParkinson e o impacto psicológico. |
MARÇO | 25 --- Palestra com Dra. Erika - Psicologia - Unicamp |
ABRIL | 29 - Palestra com Dra.Ana Cecília Grings |
MAIO | 20 |
JUNHO | 17 |
JULHO | 22- Dra. Maura - Unicamp |
AGOSTO | 19 |
SETEMBRO | 23- II Congresso das Associações - Doença de Parkinson |
OUTUBRO | 21 |
NOVEMBRO | 25 |
DEZEMBRO | 16 - Confraternização de final de Ano |
- PALESTRA: DO LUTO À LUTA
DIAGNÓSTICO DA D. PARKINSON E O IMPACTO PSICOLÓGICO
- COMENTÁRIOS
- CAFÉ
- ATIVIDADE FÍSICA-RECREATIVA - Danças Circulares
CORREIO, XEROX, COPOS, ÁGUA etc
elabora protocolo que garante
atendimento qualificado ao idoso
CBN Campinas
08 fevereiro, 2006
05 fevereiro, 2006
Com o envelhecimento, aumenta a probabilidade de ocorrência de doenças crônicas; por isso, as pessoas idosas em geral tomam mais medicamento que os adultos jovens. Em média, uma pessoa idosa toma quatro ou cinco medicamentos de receita obrigatória e dois de venda livre. Os idosos são duas vezes mais suscetíveis a reações medicamentosas adversas que os adultos jovens. Também a probabilidade de reações adversas serem mais severas é maior para os idosos.
À medida que as pessoas vão envelhecendo, a quantidade de água no organismo diminui. Como muitas drogas se dissolvem na água e há menos água disponível para sua dissolução, essas drogas atingem níveis mais elevados de concentração nas pessoas idosas. Além disso, os rins tornam-se menos capazes de excretar as drogas na urina, e o fígado, menos capaz de metabolizar muitas delas. Por essas razões, muitos medicamentos tendem a permanecer no corpo das pessoas idosas durante um tempo muito maior do que ocorreria no organismo de uma pessoa mais jovem.
Em decorrência disso, os médicos devem prescrever doses menores de muitos medicamentos para pacientes idosos ou um menor número de doses diárias. O organismo do idoso também é mais sensível aos efeitos de muitos medicamentos. Por exemplo, as pessoas idosas tendem a ficar mais sonolentas e apresentam maior possibilidade de ficar confusas ao tomar drogas ansiolíticas ou indutores do sono.
Medicamentos que baixam a pressão arterial por meio do relaxamento das artérias e de redução da tensão sobre o coração tendem a baixar a pressão de forma muito mais acentuada nos idosos que nas pessoas jovens. Cérebro, olhos, coração, vasos sangüíneos, bexiga e intestinos tornam-se consideravelmente mais sensíveis aos efeitos colaterais anticolinérgicos de alguns medicamentos de uso freqüente. As drogas com efeitos anticolinérgicos bloqueiam a ação normal da parte do sistema nervoso denominada sistema nervoso colinérgico.
Certos medicamentos tendem a causar reações adversas com mais freqüência e intensidade nos idosos, devendo por isso ser evitados. Em quase todos os casos, existem substitutos mais seguros à disposição. Pode ser arriscado não seguir as orientações do médico em relação ao uso de medicamentos. No entanto, a não adesão às orientações clínicas não é mais comum entre idosos do que entre pessoas mais jovens. Não tomar um remédio, ou tomá-lo em doses erradas, pode causar problemas; por exemplo, provocando o surgimento de outra doença ou levando o médico a mudar o tratamento por acreditar que o remédio não funcionou. Uma pessoa idosa que não deseja seguir as orientações clínicas deve discutir a situação com seu médico em vez de agir sozinha.
02 fevereiro, 2006
Como ocorre a doença de Parkinson?
Um grupo de investigadores anunciou a descoberta da causa da morte de determinados neurónios em doentes de Parkinson, o que considera um primeiro passo para entender melhor a «segunda doença neurodegenerativa mais frequente», depois do Alzheimer.
O grupo de investigadores do Einstein College of Medicine de Nova Iorque, dirigido pela espanhola Ana María Cuervo, descobriu a causa pela qual mutações numa proteína, a synucleina, que se acumula dentro das células nervosas dos doentes de Parkinson, contribuindo para a sua morte.
Cuervo, professora de Anatomia e de Biologia Estrutural e Medicina, anunciou à agência de notícias espanhola (EFE) que a descoberta é um primeiro passo para «entender melhor, a nível molecular, esta grave doença».
Os resultados do estudo demonstraram que a proteína alterada se acumula porque consegue bloquear os «sistemas de vigilância celular», os lisosomas, que normalmente se encarregam de eliminar qualquer componente anormal no interior das células e que, em condições normais, destruiriam este tipo de proteínas anómalas.
Desta forma, a proteína alterada não só não é eliminada por estes sistemas, já que os consegue «iludir», como se deposita dentro da célula e bloqueia directamente os lisosomas, originando uma aglomeração, nas células cerebrais, de moléculas que normalmente deveriam ser destruídas e que acabam por matar os neurónios.
Com esta investigação, a publicar no próximo número da revista «Science», obtém-se, segundo Cuervo, «uma ideia concreta da sucessão de acontecimentos» que conduzem à morte celular, e abre-se um novo caminho para o estudo do Parkinson, já que até agora se sabia que a doença conduzia à morte de neurónios, mas desconhecia-se o motivo.
Segundo a cientista espanhola, surge agora a possibilidade de desenvolver tratamentos destinados a reactivar os «sistemas de vigilância celular» ou lisosomas, e prevenir assim que a proteína se acumule nestas células, trazendo efeitos mortais.
Fonte: Lusa
01 fevereiro, 2006
Cientistas sul-coreanos dizem ter aplicado células-tronco em pulmão
Cartilagem a partir de células-estaminais produzidas em laboratório
Cientistas identificam nova célula imunitária que ataca tecidos cancerosos
Células estaminais revelam-se eficazes para tratar lúpus