28 dezembro, 2006
17 dezembro, 2006
O PESO DA IDADE
Não há como escapar! Acontece com todo mundo. A idade vai chegando, e nosso corpo vai mudando. Mudanças que, em geral, não conseguimos controlar. O aumento de peso é uma delas e atinge principalmente as mulheres.
"Eu não sei como consegui engordar assim. Deve ter sido por não fazer exercício e depois entrar na menopausa. Por qualquer coisa, eu abria a geladeira e só ia dormir quando o estômago estava bem cheinho", conta dona Sônia Sena Massa, 64 anos.
Mas dona Sônia pagou um preço alto por isso. Quando se deu conta, estava obesa e diabética. Uma doença reumática lhe causava muitas dores e, para piorar, tinha crises profundas de depressão. Seu corpo era tão pesado que ela já não conseguia realizar até mesmo as mais simples tarefas do dia.
"Eu entrei em depressão porque não podia cuidar da minha casa. Lavar três pratos já era o bastante para ficar cansada. Cheguei a um ponto em que quase não estava andando. Com isso, eu falei assim: 'Não vou andar mais e vou ficar na cadeira de rodas'. Então, foi um sofrimento muito grande", lembra dona Sônia.
Foram muitas dietas, mas nenhuma deu resultado significativo. Até que, aos 61 anos e com 115 quilos, dona Sônia enfrentou, pela primeira vez na vida, uma aula de ginástica.
O começo não foi nada fácil, mas ela não teve escolha. Foi ordem médica: os exercícios eram parte fundamental no tratamento de suas várias doenças. Aos poucos, dona Sônia foi superando a dificuldade de acompanhar o ritmo da aula. Mas ainda reclama quando a professora exige mais esforço.
Dona Sônia fez parte de um estudo inédito realizado pelo professor de educação física Mauro Ferreira na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Pela primeira vez no Brasil, ele relacionou a antropometria – que são as medidas corporais – com a qualidade de vida. Foram avaliadas 416 mulheres paulistanas com mais de 60 anos.
A pesquisa constatou que há uma relação matemática: quanto maior o índice de massa corporal e a circunferência da cintura, maior também é a dificuldade física para realizar tarefas do cotidiano. Varrer a casa, subir escadas e andar um quarteirão são atividades banais que vão se transformando em verdadeiro sofrimento.
"O exercício é uma forma de dar proteção contra o problema do aumento de peso e da obesidade. Porém, ainda assim, o exercício não protege totalmente. É necessário que haja um controle – desde a idade adulta jovem – para não chegar à terceira idade ou à idade idosa com sobrepeso ou obesidade. Isso vai acarretar, com certeza, comprometimento da qualidade de vida dessas pessoas", alerta Mauro Ferreira.
Quem percebeu isso a tempo hoje leva vantagem. Aos 84 anos, Maria Dos Santos Baleeiro conta que faz exercícios há quase 35 anos. "Eu acho que faz bem para tudo. Eu só me sinto bem fazendo exercício", diz ela.
Para quem ainda tem preguiça de começar, o professor incentiva: "O maior ganho é no momento de transição do sedentarismo para a atividade física. À medida que a pessoa se engaja, ela vai perceber os benefícios e a tendência é que ela fique constantemente fazendo atividade e que ela inclua nos seus hábitos de vida a importante prática do exercício físico de forma regular. Dá para viver um pouquinho mais".
Um pouquinho mais e muito melhor. Dona Sônia já descobriu isso: multiplicou as atividades e somou os benefícios. "Fui para hidroginástica, para tirar as dores. E também estou fazendo vôlei. Me sinto maravilhosamente bem", comemora a "atleta".
08 dezembro, 2006

Um dia, andando na selva, um homem encontrou um tigre feroz. Ele correu para salvar sua vida, perseguido pelo tigre.
O homem chegou à beira de um precipício, e o tigre estava quase alcançando-o. Sem opção, ele se agarrou a uma parreira com suas duas mãos, e desceu.
No meio do precipício, olhou para cima e viu o tigre no topo, arreganhando os dentes. Ele olhou para baixo, e viu outro tigre, rugindo e esperando sua chegada. E ficou preso entre os dois.
Em seguida, apareceram dois ratos sobre o precipício, um branco e outro preto. Como se ele não tivesse com preocupações suficientes, os ratos começaram a roer a parreira.
Sabia que se os ratos continuassem a roer, chegaria um ponto em que a parreira não poderia suportar seu peso, causando sua queda. Tentou espantar os ratos, mas eles voltavam e continuavam a roer.
Neste momento, ele observou um morangueiro crescendo na parede do precipício, não muito longe dele. Os morangos pareciam grandes e maduros. Segurando-se na parreira com apenas uma das mãos, com a outra colheu um morango.
Com um tigre acima, outro abaixo, e com os ratos continuando a roer a parreira, o homem comeu o morango e achou-o absolutamente delicioso.
por Derek Lin
07 dezembro, 2006
REUNIÃO DIA 16 DE DEZEMBRO DE 2006
Sábado – 14 horas
Rua Regente Feijó, nº 95 – Travessa da Av. Aquidaban
Campinas – SP
1. ABERTURA – AVISOS
2. ELEIÇÃO DE MUDANÇA DE LOCAL E HORÁRIO
3. CONFRATERNIZAÇÃO
Comemoração de Final de Ano com Danças, Bingo, Música, Comes e Bebes
Entrega de presentes do amigo secreto
4. CALENDÁRIO: À ser definido na própria reunião de dezembro
5. IMPORTANTE
Solicitamos trazer um prato de doce, salgado e/ou bebida sem álcool.
Haverá realização de bingo com renda revertida para a Associação, com custo de R$ 0,50 cada rodada. Se possível, trazer também alguma prenda para ser colocada no bingo.
29 novembro, 2006
Neurologistas buscam voluntários para testar novos medicamentos
Todos os demais medicamentos que o paciente toma também poderão ser mantidos, pois os novos medicamentos visam acrescentar mais eficácia e maior duração do seu efeito. Os interessados em participar devem agendar a avaliação na Unicamp com a médica Elizabeth Quagliato pelo telefone 19-3234-8420 ou 19-3521-7754, no Ambulatório de Neurologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp.
Edison Luiz Chrestan
Presidente da Ass.Campinas Parkinson enviou esta noticia
14 novembro, 2006
2.PALESTRA
Memória
Palestrante:Dra Elisabeth Quagliato-Serviço de NeurologiaUNICAMP
3.Comentários a respeito da palestra
4.CAFÉ-iNTERVALO
5.CALENDÁRIO
Próxima Reunião :16 de dezembro de 2006
Confraternização de Final de ano
6. ORGANIZAÇÃO DA CONFRATERNIZAÇÃO DE FINAL DE ANO
Sorteio de nosso amigo secreto
29 outubro, 2006

continua...
24 outubro, 2006
22 outubro, 2006
Um estudo do grupo de neurocientistas do brasileiro Miguel Nicolelis, da Universidade Duke, na Carolina do Norte, sugere um novo caminho para tratar o mal de Parkinson. Seu trabalho analisa o papel da dopamina --uma das moléculas responsáveis por transmitir impulsos nervosos-- no controle dos movimentos, uma das funções afetadas pela doença.
A descoberta contraria teorias atuais sobre o Parkinson, caracterizado pela falta de dopamina. Segundo eles, essa molécula não é só um neurotransmissor, pois também coordena um circuito...
continue clicando A Q U I
15 outubro, 2006
A acupuntura chinesa pode tratar 461 doenças, a maioria delas relacionada ao sistema nervoso, segundo uma pesquisa realizada por especialistas do país oriental e publicada hoje pelo jornal oficial China Daily.
leia A Q U I
13 outubro, 2006
Doar por caridade libera dopamina, diz estudo
Pesquisadores do "National Institute of Neurological Disorders and Stroke" em Bethesda (Maryland), quiseram descobrir as bases neurais de atos altruístas. Eles pesquisaram o cérebro de 19 voluntários enquanto escolhiam se guardariam o dinheiro ou doariam. Os pesquisadores usaram as imagens de uma técnica chamada de ressonância magnética funcional que mapea a atividade cerebral em várias partes do cérebro. O resultado foi publicado na "Proceedings of the National Academy of Sciences" (www.pnas.org) desta semana.
O estudo foi feito da seguinte forma: distribuíram US$ 128 a cada participante. Disseram-lhes que eles poderiam doar o dinheiro anonimamente a qualquer instituição de caridade de assunto controverso (incluindo uma série de causas como aborto, eutanásia, igualdade sexual, pena de morte, energia nuclear e guerra). O participante poderia aceitar ou rejeitar as seguintes escolhas: doar o dinheiro que não lhe custou nada, doar dinheiro de seu bolso, recusar a doação e não pagar por isso, ou recusar a doação e devolver o dinheiro.Essas situações selaram um conflito entre a motivação dos voluntários em se recompensar ficando com o dinheiro e o desejo de doar ou de apoiar uma causa com a qual eles se identificavam
Com este dilema em suas mentes, os pesquisadores foram capazes de examinar o que acontecia na cabeça de cada participante enquanto realizavam decisões baseadas em critérios morais. A parte do cérebro ativada quando uma doação acontecia seria o centro de recompensa do cérebro, -- o caminho mesolímbico--, responsável por liberar dopamina, uma mediadora da euforia associada ao sexo, dinheiro, comida e drogas, afirma a reportagem.
Quando os participantes se opuseram às causas, a parte do cérebro ativada era próxima a última. Esta área, no entanto, é a responsável por decisões envolvendo punição. Uma terceira parte também foi ativada, envolvida com decisões de conflitos de interesse próprio e morais.
Especial
10 outubro, 2006
ASSOCIAÇÃO CAMPINAS PARKINSON
REUNIÃO DIA 21 DE OUTUBRO DE 2006
Sábado-14 horas
Rua Regente Feijó,n.95 -Travessa da Av. Aquidaban
Campinas-SP
1.ABERTURA-AVISOS
Organização da Confratenização de final de ano
2.PALESTRA
Disautonomia dos Sistemas
Palestrante:Dr Paulo André Teixeira Kimaid-Serviço de Neurologia
UNICAMP
3.Comentários a respeito da palestra
4.CAFÉ-iNTERVALO
5.CALENDÁRIO
Próxima Reunião :25 de novembro de 2006
Palestrante:Dra Elisabeth Quagliato-Serviço de Neurologia UNICAMP
6.DEPOIMENTOS
Associados terão espaço aberto para depoimentos e troca de experiências
29 setembro, 2006
PARTICIPOU BRILHANTEMENTE DO
II ENCONTRO DAS ASSOCIACOES DO BRASIL


O Congresso foi ótimo.
A Débora chegou +- as 15:oo hs. demos uma repassada nos passos, com o coração a 1000 por hora. Neste momento já estavamos com a camiseta, que diga-se por sinal, ficou um show(sou suspeita para falar),Os pares estavam formados:
Edison - Catarina Carla - Manoel Ana- Dorcilio Ana Cecilia-Bosco Debora- Albino Wanda- Genildo. Entramos no palco, enquanto preparavam a música, foi mostrado o power-paint, ficou muito bonito, nosso coração já estava a 10.000 por hora,começou a musica,foi o maiorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr sucesso, a emoção era tanta que do palco .escutava o publico cantando junto.Quem estava na plateia disse que estava otimo, o coral da ABP se levantou e começou a cantar e dançar junto, não só eles como todos os participantes. Fomos muito saudados, fizemos o máximo, e conseguimos. Nossa apresentação foi o maxiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimo. A Débora e o Bosco fizeram a apresentação do power-point.
Depois o orador chamou o Sr. Edison ,que ficou muito emocionado, falou aos convidados, prestou uma homanagem a Dalva, dizendo que foi a incentivadora para se juntar a Associação, falou sobre a familia e os filhos ,que emocionou a todos e ao Orador, que não conseguiu falar mais por algum tempo,foi chorar atraz do palco,e passou a palavra para outra pessoa.
Foi ótimo, muitas experiencias, muitas emoções e muita alegria de sabermos que não estamos sózinhos..............estamos todos no mesmo barco( furado)................................................... rs "
16 setembro, 2006
Mesmo baixas doses aumentam riscos substanciais e exige cuidados com pesticidas em geral.
Pessoas expostas a pesticidas têm probabilidade 70% maior de desenvolver o mal de Parkinson do que aquelas que não entram em contato com tais substâncias químicas, segundo um novo estudo. Os resultados sugerem que qualquer exposição a pesticidas, seja por atividade profissional ou não, aumenta o risco de uma pessoa desenvolver a doença. Isso significa que usar pesticidas em casa ou num jardim pode produzir efeitos tão nocivos quanto trabalhar com as substâncias químicas numa fazenda ou como controlador de pragas.
continue a leitura.. clicando A Q U I
agradeço a Vera Dias pelo envio do artigo.
03 setembro, 2006
01 setembro, 2006
21 agosto, 2006
doença que atinge uma em cada 100 pessoas com mais de 65 anos |
Por Cilene Pereira |
A doença de Parkinson é cruel. Seus sintomas, entre eles os conhecidos tremores e a rigidez muscular, manifestam-se primeiro de forma sutil, mas depois evoluem progressivamente, prejudicando pouco a pouco a qualidade de vida do paciente até tirá-lo completamente de cena. E sua incidência é alta. Calcula-se que um em cada 100 indivíduos com mais de 65 anos desenvolvam o mal. Até por essa gravidade, a ciência tem investido na procura de novas informações que elucidem o mecanismo da enfermidade e também no desenvolvimento de drogas mais eficazes. Felizmente, há bons resultados desses esforços.
Um deles já está disponível nos Estados Unidos e na Europa e espera-se sua chegada ao Brasil no ano que vem. Trata-se do medicamento rasagilina, fabricado pelo laboratório israelense Teva. Estudos indicam que o remédio teria a capacidade de impedir a progressão da doença, um benefício realmente importante não apresentado pela maioria das outras drogas usadas contra a enfermidade. “As pesquisas mostram que um ano após o uso da rasagilina os pacientes apresentam melhores condições do que aqueles que não foram medicados com o remédio”, informa Egberto Barbosa, professor de neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A razão desse desempenho estaria no fato de o medicamento evitar a morte das células nervosas dos gânglios basais, uma das estruturas cerebrais. Esses neurônios são responsáveis pela suavização dos movimentos e pela coordenação das alterações posturais. Na doença, porém, por razões ainda não totalmente desvendadas, essas células se degeneram, desencadeando os sintomas clássicos do Parkinson.
Hoje, a base do tratamento são as drogas que equilibram a quantidade de dopamina, uma das substâncias do cérebro que fazem a comunicação entre os neurônios e que está associada à doença. Nessa área, outra boa notícia. Cientistas da Clínica Mayo (EUA) anunciaram recentemente terem conseguido gerar novos neurônios na área atingida pela doença a partir da infusão, em ratos, de uma droga que atua sobre a dopamina. Os animais tratados por oito semanas manifestaram 80% de melhora nos movimentos. Os efeitos duraram até quatro meses após o término do tratamento. Ainda no campo dos medicamentos, outra novidade foi a aprovação pelo governo americano, há dois meses, do Exelon para tratar a demência que pode ocorrer nos pacientes. É o primeiro indicado oficialmente para essa finalidade. Originalmente, a medicação era usada contra a demência em vítimas do mal de Alzheimer.
Mas as pesquisas vão muito além dos remédios. No início do mês, cientistas do Erasmus Medical Center, na Holanda, anunciaram que uma dieta rica em vitamina B6, encontrada em carnes e vegetais, pode diminuir o risco de desenvolvimento do Parkinson. A conclusão foi feita a partir da análise dos casos de 5,2 mil homens e mulheres com mais de 55 anos durante dez anos. Entre os que ingeriram boas quantidades da vitamina, a chance de ter Parkinson foi 54% menor do que entre aqueles que não incluíam o nutriente em quantidades significativas no cardápio. De fato, a B6 é essencial para o bom funcionamento do sistema nervoso.
Outro alvo de estudo são as causas da doença. Até agora, sabe-se que entre elas estão a exposição prolongada a pesticidas, complicações tardias de encefalite viral, que produz uma inflamação no cérebro, e propensão genética. Há duas semanas, cientistas da Clínica Mayo divulgaram uma pesquisa na qual defendem que a rinite alérgica também está associada ao problema. “Esses pacientes têm cerca de três vezes mais chance de sofrer da doença”, afirmou James Bower, coordenador do trabalho. A hipótese seria a de que a inflamação causada pela rinite produziria substâncias letais para os neurônios. São informações fundamentais para um combate mais intensivo à doença. E isso é urgente. Segundo observações americanas, muitos pacientes estão recebendo o diagnóstico antes de 50 anos. Encontrar novas respostas o mais rápido possível é, portanto, um desafio que a medicina precisa vencer com urgência.
15 agosto, 2006
03 agosto, 2006
saudação ao sol
e
trabalho de equilibrio.coluna
http://www.youtube.com/watch?v=Gg4nu6r-JO8
http://www.youtube.com/watch?v=qagyujKqyV4
http://www.youtube.com/watch?v=47thxRJpCtI
02 agosto, 2006
31 julho, 2006
Atividades motoras e intelectuais ajudam idosos a manter habilidades
No ano passado, ela concluiu uma pesquisa sobre a capacidade cognitiva de pessoas com mais de 80 anos. O trabalho analisou a variação de habilidades como memória e atenção num período de três anos e descobriu que as pessoas mais ativas e com maior escolaridade eram mais protegidas contra a perda dessas capacidades.
"É o mesmo que ocorre com os músculos. Eles se desenvolvem quando você se exercita e atrofiam quando você fica muito tempo parado. Estímulos como ler jornais, estudar e ficar atento ao que se passa no mundo são capazes de gerar alterações positivas".
leia o artigo clicando AQUI
29 julho, 2006
17 julho, 2006
14 de julho de 2006 (Bibliomed).
Através da ajuda de um novo sensor cerebral, um homem que possuia os quatro membros paralisados, conseguiu movimentar-se e usar um computador.
O sensor, intitulado BrainGate (portal para o cérebro), implantado no cérebro com a ajuda de eletrodos, parece ser uma nova esperança para pessoas com problemas de movimento, devido a doenças e ou acidentes.
O paciente escolhido para o teste foi um homem de 25 anos de idade, portador de paralisia há 3 anos, e que não conseguia mover nenhum dos membros.
Após a colocação deste sensor conseguiu mover braços robóticos e operar um computador, apenas utilizando o pensamento.
O sensor, com 100 eletrodos, foi implantado numa área do cérebro responsável pelo movimento. As atividades das células são gravadas e enviadas para um computador que traduz os impulsos nervosos em comandos compreensíveis pelas maquinas que executam a ação.
Fonte: Brown Universit, Jul. 2006.
15 julho, 2006
14 julho, 2006
1. ABERTURA - AVISOS
- participação nas reuniões
- registro da Associação
- espaço para nossas reuniões
- livros-revistas
- novidades sobre a pesquisa da doença de parkinson
- PALESTRA:
EFEITOS COLATERAIS DOS MEDICAMENTOS
Dra. Maura -Unicamp
- COMENTÁRIOS
CAFÉ – intervalo
Formas de participação no:
II ENCONTRO DAS ASSOCIAÇÕES DE PARKINSON
DIA 23 DE SETEMBRO NO HOSPITAL SIRIO LIBANES
-São Paulo-
11 julho, 2006
28 junho, 2006
Desde cedo devemos incorporar à nossa rotina diária um programa de exercícios físicos, sempre adequado à faixa etária, respeitando-se as diferenças e características de cada um. Os que não começaram cedo, muitas vezes relutam em iniciar um programa, por não se sentirem seguros em relação à execução dos exercícios, argumentando que “Não dá mais para começar com essa idade” ou “Não tenho mais pique” ou ainda e pior “Agora já não resolve mais”.
Felizmente é cientificamente comprovado, que exercícios físicos trazem grandes benefícios à saúde, independentemente da idade em que se inicia. Portanto, com 8, 80 ou mais, é sempre hora de começar a desfrutar dos benefícios à saúde e da grande melhora na qualidade de vida que se consegue com a prática regular do exercício. As modificações fisiológicas normais devido ao envelhecimento começam a partir dos 30-35 anos, alguma delas são: perda de massa muscular, alterações nas articulações, diminuição da massa óssea.
24 junho, 2006
da France Presse
23/06/2006 - 11h13
O grupo químico-farmacêutico alemão Merck KGaA anunciou nesta sexta-feira o abandono do desenvolvimento de um medicamento considerado promissor contra o Mal de Parkinson.
leia AQUI
20 junho, 2006
da Efe,
em WashingtonCientistas americanos conseguiram recuperar movimento em ratos paralisados usando células-tronco extraídas dos embriões.
A experiência consta de um estudo divulgado nesta terça-feira pela revista "Annals of Neurology".
Segundo os pesquisadores, os resultados do estudo são a melhor prova de que as células embrionárias podem ser utilizadas no tratamento de pessoas com lesões na coluna e outros traumas de caráter neurológico.
continua...
16 junho, 2006
14 junho, 2006
07 junho, 2006
01 junho, 2006
Falar de saúde na Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é falar de equilíbrio. Trata-se de ter um equilíbrio na vida interior. Quando o mundo interior vai bem de saúde, a gente consegue lidar melhor com as dificuldades externas.
Ecologia interior
Esse conceito de saúde passa pela ‘ecologia interior’. As pessoas pensam em ecologia como algo externo. A ‘ecologia interior’ são as nossas emoções de afeto, se você está bem com você, se você tem laços de amizades, laços amorosos.
Pessoas que possuem um animal de estimação têm um grau de estresse menor, porque a relação de afeto, faz com que elas tenham um conforto melhor, porque produzem menos hormônios do estresse.
Agressividade
Outro dado importante é a relação com a agressividade. Ou seja, como a pessoa lida com a agressividade. A agressividade (no sentido de motivação) é boa para as conquistas, para conseguir um emprego... Até mesmo para planejar as férias, você precisa dessa motivação, é o chamado estresse bom, o estresse motivacional.
Mas se esse estresse motivacional entra numa fase chamada de resistência, os hormônios do estresse ficam elevados e provocam ansiedade, inquietude, irritabilidade ansiedade e com a somatização ocorre sudorese, caspa, queda de cabelos, torcicolo, contração muscular, dor no corpo... Na fase seguinte chamada de exaustão, surgem as doenças psicossomáticas, enfarto, derrame...
Sexualidade: relação erótica com a vida
Significa se você gosta da sua maneira de viver, se você possui auto-estima, boa autoconfiança, conhece seu real valor e tem boa crença interna em relação a si. Caso contrário, é a pessoa fechada que acorda de mau humor e vai pro trabalho e se isola.
Tendo uma boa ‘ecologia interior’ é fundamental preservar a saúde e não cultuar a doença, como muitos fazem indo de helicóptero se ‘hospedar’ em luxuosos hotéis-hospitais.
Vamos deixar o direito ao prazer, ao descanso, aos passeios e hotéis de luxo para os nossos bons momentos de saúde.
Portanto, as relações de afeto, a agressividade saudável e a boa relação erótica com a vida são os pilares da ecologia interior, a base de saúde na MTC.
26 maio, 2006
O que é o Mal de Parkinson fonte | ||
Por Andrea Guedes | ||
As estatísticas não são exatas, mas a ocorrência do Mal de Parkinson no Brasil é considerada, no meio científico, tão freqüente quanto em outros países. Nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, os números apontam que uma em cada mil pessoas pode vir a desenvolver a doença. O risco aumenta de 1 para 100 na faixa etária entre 60 e 80 anos. O diagnóstico da doença, por sua vez, é difícil e suas causas ainda estão sendo investigadas. Preocupados com a divulgação do mal, portadores já criaram até blog na internet. O Mal de Parkinson é mais freqüente na faixa etária de 55 a 65 anos. Os homens são as principais vítimas e, se são brancos, os riscos aumentam. Segundo o neurologista Luiz Augusto Andrade, da Associação Brasileira de Parkinson, a doença é causada pela degeneração dos neurônios que produzem a dopamina, um neurotransmissor essencial no funcionamento do sistema motor. Com o passar do tempo, outros sistemas neuronais também são atingidos. Embora ainda não se saiba ao certo o que provoca essa degeneração, suspeita-se que ela esteja relacionada com infecções do sistema nervoso central, envelhecimento e produtos que contaminam o meio ambiente, como agrotóxicos e resíduos químicos. "Admite-se que ela possa ocorrer também devido a defeitos genéticos, mas nesse caso associados a outros fatores", afirma o neurologista. Alguns medicamentos também poderiam desencadear a síndrome parkinsoniana, mas não a doença. Andrade acrescenta que pesquisadores têm observado que os portadores da doença apresentam suscetibilidade à depressão. De acordo com o neurologista, diagnosticar o Mal de Parkinson é difícil porque existem situações e até mesmo algumas enfermidades que levam à síndrome parkinsoniana, ou seja, pacientes que apresentam os mesmos sintomas, porém acarretados por outros motivos. Além disso, não há um exame específico que determina o diagnóstico. É preciso, então, que o especialista investigue outras doenças e conheça a neurologia do paciente para confirmar a doença de parkinson. A enfermidade foi descrita pela primeira vez em 1817 pelo inglês James Parkinson. No "Ensaio sobre a paralisia agitante", ele relatou o quadro clínico de seis pacientes que apresentavam tremores involuntários, mudança de um caminhar lento para acelerado e propensão a inclinar o corpo para frente e redução da força muscular. Vêm daí os sintomas que se reconhece hoje: tremor de repouso (quando o indivíduo não está executando nenhuma atividade), rigidez muscular, lentidão de movimentos e alterações posturais. Geralmente eles se manifestam aos poucos, apenas em um lado do corpo, e, com o tempo, se espalham por outras regiões. O sexo, a fala e a atividade mental, entre outras funções, também podem sofrer alterações. A doença não tem cura, mas os tratamentos existentes já permitem ao portador viver normalmente. Além dos medicamentos também é importante que o paciente faça alguma atividade física, como caminhadas, ginástica ou natação. "Há uma tendência natural ao desânimo, que empurra o indivíduo a uma imobilidade maior. Os familiares devem motivar o portador a se movimentar", ressalta Andrade. Fonoterapia, fisioterapia e até mesmo a cirurgia são indicados, dependendo do caso. Exemplo de quem não perdeu o estímulo para a vida, Marcílio Santos, de 65 anos, recebeu o diagnóstico da doença há alguns anos. Com o objetivo de compartilhar com os leitores o seu dia-a-dia, criou o blog MaldeParkinson em meados de 2001. "Logo ele deixou de ser individual e tornou-se um empreendimento coletivo", conta. Hoje, além de Marcílio, cinco pessoas administram o blog. |
21 maio, 2006
17 maio, 2006
dia 20 às 14 horas
Rua Regente Feijó n° 95
Campinas
MÊS | DATA |
JANEIRO | 21 Apresentação de vídeo sobre a Doença de Parkinson |
FEVEREIRO | 18 Diagnóstico da Doença e o Impacto psicológico Dalva |
MARÇO | 25 Convivendo com a Doença de Parkinson – Érika - Unicamp |
ABRIL | 29 Alimentação e Parkinson A Importância da fibras na Alimentação Dra.Ana Cecília Grings |
MAIO | 20 Atividade física e Parkinson Prof.Luiz Salgado |
JUNHO | 17 |
JULHO | 22 Dra. Maura - Unicamp |
AGOSTO | 19 |
SETEMBRO | 23 Congresso das Associações de Parkinson – São Paulo |
OUTUBRO | 21 |
NOVEMBRO | 25 |
DEZEMBRO | 16 Encerramento do ano confraternização |
Meus amigos, fiquem atentos às datas das reuniões, que constam no calendário acima.
COMPARECA, a reunião é ideal para esclarecimentos.. troca de experiencias...
10 maio, 2006
Indivíduos que se arriscam em atividades radicais parecem estar mais bem protegidos do mal de Parkinson.
Essa é a conclusão de um trabalho feito na University College, de Londres, na Inglaterra. A pesquisa analisou as personalidades de 212 pessoas, metade delas portadora da doença. Além de estarem menos vulneráveis à doença, as que gostavam de atividades intensas,
como praticar esporte de aventura, apresentavam menos ansiedade e depressão.
Os cientistas ainda não têm explicação para o achado.
Há apenas especulações.
“Será que mal de Parkinson e comportamento cauteloso não têm origem num mesmo distúrbio químico cerebral?”, indaga o neurologista Henrique Balalai Ferraz, a Universidade Federal de São Paulo.
“Os níveis de dopamina podem estar por trás disso”, sugeriu a ISTOÉ o coordenador da pesquisa inglesa, Andrew Lees.
Novos estudos serão feitos sobre o tema.
Primeiro adesivo indicado contra a doença facilita o controle dos sintomas
Por Cilene Pereira
Facilitar a vida das pessoas durante o tratamento é um dos objetivos da medicina moderna. Nesse modelo se encaixa o medicamento Neupro, a mais nova opção contra o mal de Parkinson, enfermidade degenerativa que afeta os neurônios e atinge cerca de 145 mil brasileiros. A grande vantagem desse remédio está na forma de consumo: um adesivo para a pele capaz de fornecer uma dose contínua de medicação por 24 horas. Primeiro do gênero indicado para o problema, foi aprovado pela Agência Européia de Medicamentos. Nos Estados Unidos, é analisado pelo FDA, órgão responsável pela liberação de remédios no país. No Brasil ainda não há previsão de lançamento
O Neupro, desenvolvido pelo laboratório alemão Schwarz Pharma, contém um composto chamado rotigotine. Ele imita a ação do neurotransmissor dopamina, substância natural do cérebro envolvida nos processos de coordenação motora.
O Neupro pode ser colado em qualquer região do corpo.
É liberado através da pele, cai na corrente sangüínea e, por ela, chega até o cérebro. O paciente precisa trocar o adesivo depois de 24 horas
Nos pacientes com o mal de Parkinson há um desequilíbrio na quantidade de dopamina.
Daí a dificuldade imensa e progressiva dos doentes para controlar os movimentos. O objetivo das principais medicações contra a doença, inclusive o Neupro, é restabelecer as funções exercidas pela dopamina e, assim, ajudar na recuperação de pelo menos parte da capacidade de organizar seus movimentos.
A chegada do adesivo animou os especialistas. Primeiro pela praticidade, ao permitir a substituição de dois a três comprimidos diários normalmente receitados aos doentes. Depois, porque o uso contínuo da droga, teoricamente, deverá diminuir a ocorrência de complicações resultantes das próprias medicações. “As alterações nos níveis de remédio no sangue, típicas nos casos de uso dos comprimidos, costumam provocar movimentos involuntários nos pacientes”, explica o neurologista Egberto Reis Barbosa, da Universidade de São Paulo. A regularidade da liberação de medicamento pelo adesivo tende a resolver esse problema.
Enfim, uma boa notícia no tratamento de uma doença tão devastadora.
http://www.terra.com.br/istoe/1907/medicina/1907_combate_radical_ao_parkinson.htm
Site da ANVISA
ENXERGANDO, nada do que está escrito lá, visite esse site:
http://www.e-bulas.bvs.br/cp .php.
Lá você encontrará bulas de todos os medicamentos disponíveis no
mercado,
sendo que há duas versões:
para leigos, que vem tudo mastigadinho, numa
linguagem de fácil entendimento, explicando o que são aquelas palavras
indecifráveis que estão lá;
para profissionais de saúde, com
detalhamento
das substâncias e com todos aqueles palavrões que só eles entendem!
Joao - Salvador-BA enviou a notícia .. agradecemos
05 maio, 2006
SEUL - Uma equipe de cientistas da Coréia do Sul anunciou nesta quinta-feira a descoberta da principal causa do mal de Parkinson, que pode levar a um tratamento eficaz contra a desordem neurológica que afeta milhões de pessoas no mundo Todo.
A descoberta é fruto das investigações de uma equipe chefiada pelo catedrático Chung Jong-Kyeong, biólogo do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coréia do Sul.
Segundo o estudo, que foi publicado no último número da edição na internet da revista Nature, a doença degenerativa está diretamente relacionada a problemas em dois genes, chamados Parkin e PNK 1, e à deterioração das funções das mitocôndrias nas células.
O gene Parkin, em condições normais, produz uma substância que ajuda a eliminar as proteínas defeituosas, que podem aparecer em células cerebrais. O PNK 1 ajuda a ativar as funções das mitocôndrias, estruturas encarregadas de fornecer boa parte da energia necessária à atividade das células.
Segundo o professor Chung, citado pela agência Yonhap, "no passado, os cientistas não sabiam com toda certeza se a ruptura das mitocôndrias era a causa do Parkinson ou sua conseqüência". No entanto, "elas desempenham um importante papel na doença, segundo as últimas experiências", acrescentou.
Testes com moscas
Chung explicou que os teste em moscas indicam que os problemas nos genes PNK 1 e Parkin dos insetos impedem o funcionamento correto das mitocôndrias. A falha interrompe a produção no cérebro da dopamina, uma substância química fundamental para o controle do movimento.
Com a redução da dopamina no cérebro, aparecem os sintomas da doença de Parkinson, com destruição do sistema nervoso e do tecido muscular.
Em 1961, o austríaco Oleg Hornykiewicz descobriu que os pacientes afetados pela doença mostravam uma deficiência de dopamina. A deterioração se reflete em distúrbios do movimento, tremor incontrolado dos membros, perda do equilíbrio e da coordenação, problemas de fala e decadência mental em geral, podendo levar à demência.
As experiências com as moscas-das-frutas ("Drosophila melanogaster") sugerem que a correção do problema no gene Parkin permite deter o processo de deterioração. Embora tanto a mutação dos dois genes possa causar a doença, a deterioração do PNK 1 é a mais importante para o surgimento da dolência, acrescentou o cientista.
Chung explicou que as descobertas podem explicar o motivo de as pessoas sofrerem de Parkinson, levando também a um tratamento adequado. Mas observou que ainda falta muito a ser pesquisado. Além do PNK 1 e do Parkin, há outros nove genes cujo mau funcionamento poderia estar relacionado à doença.
Longo caminho
Além disso, segundo Chung, 90% dos casos são provocados pelo estilo de vida, e não por problemas genéticos. O cientista prevê que sua equipe em uns poucos meses oferecerá material para futuras pesquisas de um tratamento para a deterioração física produzida pelo mal de Parkinson e para um diagnóstico precoce.
"Estamos muito à frente dos outros", afirmou. No entanto, deixou claro que "mesmo se este material for determinante, ainda vamos levar anos para encontrar um remédio e um tratamento para ajudar os pacientes, dada a necessidade de testes clínicos".
Embora um tratamento dos genes defeituosos possa deter a progressão da doença de Parkinson, não poderá ajudar quem já sofre a degeneração de tecidos nervosos e musculares.
O medicamento Levodopa já é capaz de reduzir a deterioração, mas não a deter o processo. Além disso, o uso prolongado do tratamento diminui a sua eficiência e produz efeitos colaterais. Fonte: Estadão. Leia tbém aqui=> Gene Linked to Parkinson's Cripples Mitochondria.