por Dr. PEDRO QUAGLIATO
11 de agosto de 2007
DR PEDRO QUAGLIATO
apresentou uma palestra onde abordou com
detalhes.. aspectos destes direitos..
a saber:
IR, LICENÇAS, MEDICAMENTOS, IPTU e outros
Este Blog tem o objetivo de recolher informações específicas sobre as últimas conquistas obtidas pela ciência na pesquisa sobre a DOENÇA DE PARKINSON e ainda trocar idéias, transmitir experiências, técnicas, encorajar seus membros, dar e receber apoio mútuo e trocar experiências de como lidar com enfermidade. Dedicamos este blog às pessoas com Parkinson (PcP)e a seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença.
ASSOCIAÇÃO CAMPINAS PARKINSON
REUNIÃO DIA 11 DE AGOSTO DE 2007
Sábado – 13:30 horas
Rua Delfino Cintra, nº 63 – Centro - CAMPINAS
Sociedade Médica Cirúrgica de Campinas
1. ABERTURA – AVISOS
– próximas reunioes: Horário: 13:30 às 16:30
15 de setembro
20 de outubro
24 de novembro
15 de dezembro
2. palestra sobre DIREITOS DA PcP -
Dr. PEDRO B. QUAGLIATO
INTERVALO – Café (colaborem com doces ou salgados)
3. ESTATUTO DA ACP
4. Confirmação de participação no
Congresso das Associacões de Parkinson Curitiba – PR
dias 27 28 29 setembro.2007
vamos cantar, parodiar, dançar, sorrir......ASSOCIAÇÃO CAMPINAS PARKINSON
REUNIÃO DIA 14 DE JULHO DE 2007
Sábado – 13:30 horas
Rua Delfino Cintra, nº 63 - Centro
Campinas
Sociedade Médica Cirúrgica de Campinas
1. ABERTURA – AVISOS
– próximas reunioes: Horário: 13:30 às 16:30
11 de agosto
15 de setembro
20 de outubro
24 de novembro
15 de dezembro
2. palestra sobre Parkinson e NUTRIÇÃO
Prof. LUCIANO
INTERVALO – Café (colaborem com doces ou salgados)
3. ASSEMBLÉIA E ESTATUTO DA ACP
4. CONGRESSO EM CURITIBA
III ENCONTRO DAS ASSOCIAÇÕES DE PARKINSON
SETEMBRO - CURITIBA -PR
ASSOCIAÇÃO CAMPINAS PARKINSON
REUNIÃO DIA 16 DE JUNHO DE 2007
Sábado – 9:00 horas
Rua Delfino Cintra, nº 63 - Centro
Sociedade Médica Cirúrgica de Campinas
Campinas – SP
1. ABERTURA – AVISOS
– participação nas reuniões
– livros e revistas
– próximas reunioes
14 de julho
11 de agosto
15 de setembro
20 de outubro
24 de novembro
15 de dezembro
Horário: 13:30 às 16:30
2. DEPOIMENTO SOBRE CIRURGIA NA DP
Por : FLAVIO PELLEGRINI
INTERVALO – Café (colaborem com doces ou salgados)
3. novidades sobre a pesquisa da doença de parkinson
- atualise-se
4. CONGRESSO EM CURITIBA
Formas de participação no:
III ENCONTRO DAS ASSOCIAÇÕES DE PARKINSON
EM SETEMBRO NA CIDADE DE CURITIBA -PR
5 formas de proteger seu cérebro
Agosto 2, 2006 - Manter a saúde mental é mais fácil do que muita gente imagina. As pesquisas dos últimos 10 anos apontam ser possível, sim, estimular a formação de novos neurônios (o que até 1998 a ciência considerava impossível!) e, conseqüentemente, afastar os riscos de doenças como Parkinson e mal de Alzheimer. Saiba como. (...)
Segundo o neurologista Cícero Galli Coimbra, professor e pesquisador do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), depois desses achados, cientistas de todo o mundo passaram a se empenhar na identificação dos fatores que, ao longo dos anos, podem estimular ou impedir tanto a multiplicação e o nascimento das células nervosas do cérebro quanto a apoptose. “Agora, este será o melhor caminho para descobrir tratamentos mais eficazes e até a prevenção de doenças relacionadas às falhas e perdas de neurônios, como os males de Parkinson e Alzheimer”, acredita.
Para provar isso, o médico fez um levantamento de todos os estudos relacionados ao assunto e publicado em revistas científicas especializadas desde 98 e revelou para Viva Saúde pelo menos cinco atitudes que, comprovadamente, contribuem para equilibrar a perda e o nascimento de células nervosas e, conseqüentemente, preservar o nosso cérebro intacto por mais tempo.
Segundo o especialista, quem estiver falhando em algum dos fatores relacionados à neurogênese a seguir tem muito mais chance de desenvolver doenças neurodegenerativas no futuro, mesmo que não apresente nenhuma predisposição genética. Confira:
1 FUJA DO ESTRESSE CRÔNICO (...)
2 INCLUA GEMA DE OVO NO CARDÁPIO (...)
3 TOME SOL NA MEDIDA CERTA (...)
4 FIQUE ATENTO AOS ÍNDICES DE TAURINA (...)
5 EVITE O CONSUMO DE ÁLCOOL (segue...) Fonte: Esclerose Múltipla

| Mal de Parkinson ainda sem perspectivas de cura |
| Uma doença que ainda não tem cura, o mal de Parkinson atinge 3% da população mundial com mais de 65 anos de idade. Num futuro que ainda não se pode definir, a esperança é o transplante de células-tronco. No momento, o que se pode fazer é o controle dos sintomas, visando oferecer melhor qualidade de vida aos pacientes. O Parkinson, que não é doença hereditária, se caracteriza por tremores, enrijecimento dos músculos, lentidão e pobreza de movimentos e alterações posturais. Entre as doenças crônico-degenerativas, o Parkinson só não é mais incidente que o Mal de Alzheimer, explica o professor Vitor Tumas, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. Com origem em células negras situadas na região do cérebro, sua causa é desconhecida. Não há como evitar essa doença e também não é possível saber quem está sujeito a contraí-la. Afeta geralmente pessoas mais idosas e, em casos raros, quem tem mais de 40 anos. O pouco que se sabe é que um sério fator de risco é a exposição a agrotóxicos e o fator que protege é o consumo de café. continua |
| Metade dos remédios vendidos no Brasil é falsificada, diz ONU |
| Ter, 6 Mar, 11h14 |
SÃO PAULO - De 25% a 50% dos medicamentos consumidos em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, são falsificados. A informação consta em relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em sua Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife).
"É importante que o consumidor perceba que o que parece um remédio a preço reduzido, comprado no mercado não-regulamentado, pode até matar, caso o produto seja falsificado ou for tomado sem cuidados médicos", disse, por meio de nota, o presidente da Jife, Philip O. Emafo.
Funcionamento
Exatamente por conta do risco de morte, a ONU alerta as pessoas para a compra indiscriminada desses produtos. De acordo com o relatório, o mercado dito como "desregulado" funciona de duas maneiras diferentes:
Remédios roubados
Conforme o documento de divulgação, esses mercados são muitas vezes supridos por remédios roubados, produzidos ilegalmente por indústrias farmacêuticas ou por meio de vendas ilegais na internet e distribuídos por correio ou outras formas de envio postal.
"O problema de medicamentos falsos e abuso de remédios que contém substâncias controladas, compradas sem receita, existe há algum tempo. Contudo, a rápida expansão desses mercados agravou a situação drasticamente", concluiu Emafo.
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| Número de indivíduos com doença deverá dobrar até 2030, de acordo com pesquisa publicada na revista Neurology. Análise foi feita com base na projeção do crescimento populacional nos 15 maiores países do mundo |
O neurologista Ray Dorsey, da Universidade de Rochester, em Nova York, Estados Unidos, coordenou o estudo que examinou o crescimento populacional projetado para os cinco maiores países na Europa ocidental (França, Espanha, Alemanha, Inglaterra e Itália) e os dez mais populosos do mundo (China, Índia, Indonésia, Estados Unidos, Brasil, Paquistão, Bangladesh, Nigéria, Japão e Rússia).
A partir desses dados, os cientistas projetaram a prevalência da doença por faixa etária em cada país. A pesquisa estimou que o número de indivíduos com o mal de Parkinson nesses 15 países crescerá de 4,1 milhões para 8,7 milhões até 2030.
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O PESO DA IDADE
Não há como escapar! Acontece com todo mundo. A idade vai chegando, e nosso corpo vai mudando. Mudanças que, em geral, não conseguimos controlar. O aumento de peso é uma delas e atinge principalmente as mulheres.
"Eu não sei como consegui engordar assim. Deve ter sido por não fazer exercício e depois entrar na menopausa. Por qualquer coisa, eu abria a geladeira e só ia dormir quando o estômago estava bem cheinho", conta dona Sônia Sena Massa, 64 anos.
Mas dona Sônia pagou um preço alto por isso. Quando se deu conta, estava obesa e diabética. Uma doença reumática lhe causava muitas dores e, para piorar, tinha crises profundas de depressão. Seu corpo era tão pesado que ela já não conseguia realizar até mesmo as mais simples tarefas do dia.
"Eu entrei em depressão porque não podia cuidar da minha casa. Lavar três pratos já era o bastante para ficar cansada. Cheguei a um ponto em que quase não estava andando. Com isso, eu falei assim: 'Não vou andar mais e vou ficar na cadeira de rodas'. Então, foi um sofrimento muito grande", lembra dona Sônia.
Foram muitas dietas, mas nenhuma deu resultado significativo. Até que, aos 61 anos e com 115 quilos, dona Sônia enfrentou, pela primeira vez na vida, uma aula de ginástica.
O começo não foi nada fácil, mas ela não teve escolha. Foi ordem médica: os exercícios eram parte fundamental no tratamento de suas várias doenças. Aos poucos, dona Sônia foi superando a dificuldade de acompanhar o ritmo da aula. Mas ainda reclama quando a professora exige mais esforço.
Dona Sônia fez parte de um estudo inédito realizado pelo professor de educação física Mauro Ferreira na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Pela primeira vez no Brasil, ele relacionou a antropometria – que são as medidas corporais – com a qualidade de vida. Foram avaliadas 416 mulheres paulistanas com mais de 60 anos.
A pesquisa constatou que há uma relação matemática: quanto maior o índice de massa corporal e a circunferência da cintura, maior também é a dificuldade física para realizar tarefas do cotidiano. Varrer a casa, subir escadas e andar um quarteirão são atividades banais que vão se transformando em verdadeiro sofrimento.
"O exercício é uma forma de dar proteção contra o problema do aumento de peso e da obesidade. Porém, ainda assim, o exercício não protege totalmente. É necessário que haja um controle – desde a idade adulta jovem – para não chegar à terceira idade ou à idade idosa com sobrepeso ou obesidade. Isso vai acarretar, com certeza, comprometimento da qualidade de vida dessas pessoas", alerta Mauro Ferreira.
Quem percebeu isso a tempo hoje leva vantagem. Aos 84 anos, Maria Dos Santos Baleeiro conta que faz exercícios há quase 35 anos. "Eu acho que faz bem para tudo. Eu só me sinto bem fazendo exercício", diz ela.
Para quem ainda tem preguiça de começar, o professor incentiva: "O maior ganho é no momento de transição do sedentarismo para a atividade física. À medida que a pessoa se engaja, ela vai perceber os benefícios e a tendência é que ela fique constantemente fazendo atividade e que ela inclua nos seus hábitos de vida a importante prática do exercício físico de forma regular. Dá para viver um pouquinho mais".
Um pouquinho mais e muito melhor. Dona Sônia já descobriu isso: multiplicou as atividades e somou os benefícios. "Fui para hidroginástica, para tirar as dores. E também estou fazendo vôlei. Me sinto maravilhosamente bem", comemora a "atleta".
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